Ao longo de um ano, cem metros quadrados de plantas aquáticas numa piscina biológica podem assumir cerca de 100 kg CO2.
Com outras palavras, cada piscina biológica contribui para a fixação do dióxido de carbono (porque quase todas têm pelo menos 100 m2 de área de plantas aquáticas). Mas temos de ser corretos enquanto fazemos estes cálculos exemplares. Temos considerar também quanto CO2 uma piscina biológica emite durante um ano. Como não temos estudos diretos sobre essa questão, podemos ver o que passa nos lagos naturais com o CO2.
Comparados aos oceanos que cobrem dois terços, os milhões de lagos interiores representam apenas 3% da superfície da terra. Mas no seu total, estes lagos ultrapassarem os oceanos em termos de sua eficácia como sumidouros de CO2. Como indica um estudo científico de limnólogos (biólogos de água doce) da universidade Uppsala na Suécia: “Apesar do tamanho pequeno, o armazenamento anual de carbono em lagos, reservatórios e outras águas artificiais é maior do que nos sedimentos de todos os oceanos do mundo” (publicado na revista Nature em 2019).
A quantidade de CO2 que uma piscina biológica fixa ao longo de um ano é maior do que quantidade de CO2 que o processo de decomposição de plantas em biomassa orgânica devolve à atmosfera. Resumindo, as piscinas biológicas são sumidouros eficazes de dióxido de carbono.
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