Há calor, há incêndios e cada vez mais consciência que desta vez vale, algo tem de mudar significativamente. Com o imperativo da adaptação às alterações climáticas e poupança de água, várias autarquias integraram as piscinas biológicas como medida de eficiência hídrica e ambiental. Um exemplo é o Plano Municipal de Ação Climática de Braga (PMAC-Braga). O documento oficial aprovado pela autarquia promove ativamente a “utilização de piscinas biológicas em detrimento das convencionais” no concelho como medida contra a escassez de água e degradação da qualidade hídrica.

No mesmo sentido apontam alguns Planos Intermunicipais de Adaptação Climática. Por exemplo o PIAAC da CIM Alentejo Central / Baixo Alentejo. Essa estratégia regional de adaptação climática classifica piscinas biológicas como Soluções Baseadas na Natureza (NBS) para resiliência climática. Recomendam a implementação destas infraestruturas para reduzir a carga química nos aquíferos locais, mitigar os efeitos das ilhas de calor urbanas e melhorar os corredores ecológicos ao longo das bacias hidrográficas.

Por experiência, demora algum tempo para esta intenções se tornam realidade, mas a equipa das piscinas biológicas está disposto a ajudar com a sua experiência na área que já conta mais do que 30 anos.