Tudo começa com o termo grego gýrinos (γυρίνος). Naquela época, a palavra já era usada para descrever esses pequenos seres aquáticos. O radical vem de gyrós, que significa curvado, arredondado ou circular. Em seguida, como aconteceu com grande parte do vocabulário científico e biológico, o termo migrou para o latim como gyrinus. A lógica por trás do nome é puramente descritiva: Os gregos e romanos observaram que o bicho era basicamente uma “cabeça arredondada” com uma cauda. A forma como eles nadam em círculos ou movimentos ondulatórios reforçou essa ideia de “curvatura”. O português herdou o termo diretamente do latim. Curiosamente, em outras línguas, a lógica visual é diferente: o inglês Tadpole vem de tadde (sapo) + poll (cabeça), literalmente “sapo-cabeça”.
Já sabemos, girinos são as larvas de rãs, relas e sapos e se desenvolvem a partir de ovos que estes anfíbios produzem a partir das primeiras chuvas fortes de outono até primavera. Cada espécies tem as suas preferências, enquanto o sapinho-da-unha-negra se reune para acasalamento e reprodução já no outono, as rãs-verdes preferem as águas mornas da primavera.
Numa piscina biológica podemos encontrar todas as espécies e até, alguns exemplares grandes das duas espécies mencionadas preferem uma longa estadia na água enquanto a maioria deles se desenvolve em pequenos sapos ou rãs que saiam da água rumo a novos locais para colonizar, sejam eles poças, charcos, lagos ou piscinas biológicas.
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