Não é raro que as rochas sejam o elemento decorativo preferencial para ornamentar as margens de uma piscina biológica. Embora existam sempre preferências pessoais, podemos estabelecer algumas regras para a escolha das pedras a utilizar junto à água.

Em primeiro lugar, a rocha tem de ser à prova de água, ou seja, não deve desfazer-se, libertar lascas ou minerais na água, ou mesmo dissolver-se. Assim, apenas rochas sólidas como granito, basalto e calcários duros devem ser consideradas.

Outra regra importante é: quanto maior for o espelho de água, maiores podem ser as rochas. Uma poça com uma rocha de grandes dimensões parece opticamente mais pequena, e os calhaus dispostos na margem devem ter um certo tamanho para não serem encobertos pela vegetação aquática circundante.

Quem escolhe rochas deve orientar-se pela geologia da região, pois rochas calcárias brancas podem parecer estranhas numa área de granito, e vice-versa.

É aconselhável que todas as rochas fiquem bem assentes na margem da piscina biológica para que nunca se movam. Uma vez firmemente colocadas, podem servir como pedras de salto, degraus (pedras-poldras) numa passagem pelas águas baixas da zona de plantas ou fazer parte de uma parede-cascata.